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domingo, 9 de agosto de 2020

DIA DOS PAIS

 

 

Pais...,

Pais são, pela Natureza ou convencionalmente, homens do sexo masculino e,

Sem tirar o mérito desses, são mulheres que também Pais, sim senhor!!!

Distingui-los, e logo nos tempos atuais, seria uma insensibilidade,

Um não reconhecimento dos méritos e até mesmo uma injustiça!

Pais (ele ou ela), pressupostamente e na nossa cultura são os mantenedores

Aos quais devemos tudo de que nos nutrimos e carecemos materialmente,

E que nos balizam na nossa formação cultural e comportamental, em especial.

Honradez, o destemer, o estímulo e a força para lutar e vencer, o proteger, a Segurança, o 

encaminhar pelos melhores caminhos da vida,

Tudo vem deles Pais (ele ou ela ou ela ou ele...).

Resta-nos, nesse dia especial, reconhecer seus méritos, perdoar

Suas falhas, aproximar-se mais, ouvindo-os com mais atenção

A nosso bem e porque só teremos a acrescer o de melhor em nossas vidas.

As suas ausências (pai homem e pai mulher) é o que de pior passamos

E só nos damos conta quando os perdemos...

Os meus viajaram cedo, mas ainda os tenho não só em retratos,

Como também no meu dia a dia e aos quais agradeço em todas as horas

Tudo o que sou como pessoa e assim se lhes serei eternamente grato!

Feliz dia dos Pais a todos que PAIS verdadeiramente!!!

 

J. Hildeberto J. de AQUINO

quarta-feira, 12 de junho de 2019

“DIA DOS NAMORADOS”




Quem namora..., namora alguém!
É o primeiro passo
Para o conhecimento mútuo
É o abrir dos sonhos,
É talvez a melhor fase de um relacionamento a dois.

Quem namora..., enamora-se de alguém!
É nesta etapa onde se mostra
Apenas o lado bom de cada um,
A fase dos encantos,
A fase dos enganos por vezes.

Quem namora..., apaixona-se por alguém!
É o período dos descobrimentos
A etapa das promessas
O tempo dos juramentos de fidelidades absolutas
Que por vezes não cumpridas.

Quem namora..., galanteia alguém!
Quem namora verdadeiramente sente saudades...
Sente o peito apertado nas ausências
Faz de tudo para estarem juntos, perdoa até,
Mas também sofre com injustiças.

Namoremos sim!, a vida é curta e sem volta...
Embora e por vezes muitas das promessas e juramentos
Sejam desfeitos dramaticamente, injustamente e
Jogados ao chão, estupida e cruelmente por um dos lados,
Mas o que se viveu de bom ah..., isso jamais se apagará!
Namoremos sim, e intensamente!!!

José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO
 hildebertoaquino@yahoo.com.br

sexta-feira, 8 de março de 2019

MULHERES, HOMENAGEM AO TEU DIA!!!



INDISCRIÇÃO

Quando te vejo, do mundo perco a noção.

Perco o senso, não penso, é um contrassenso.

Percorro-a dos pés à cabeça, vou fundo na minha intromissão.

Safado, sacana, atrevido, arrisco-me na minha ardente ilusão.

Olho, meço, esquadrinho, sinto, estremeço, te dispo em fantasias.


É mais forte que qualquer lógica.

Pecado, proibido que seja, se assim for..., pouco importa!

É um misto de carinho, loucura, desejo, alucinação.

Desde os cabelos me atenho, imaginando-os por entre os dedos

Quando tento me enroscar ou supondo ali me esconder.


Agarro-a com todas as forças, te prendo na imaginação.

Nos olhos, aberturas da tua alma, atenho os meus.

Profundos, sensuais e sinceros, externam a libido profunda que tens.

 A boca em si um pecado, em sexo ela se traduz.

Traços perfeitos, conformação melhor não há.

Fitá-la só é pouco, imagino logo roçando-a na minha, unidas numa só...

J. Hildeberto J. de AQUINO

terça-feira, 10 de julho de 2018


SE UM DIA A MINHA TERRA  EU VOLTAR...

Menino..., deixei meu lugar intimado a ser “homem crescido”, como me tornei...
Mal sabia, sequer imaginava o quanto te queria, o quanto me fizestes falta, o quanto me fazias bem.
A distância ao invés de trazer esquecimentos, mais aumentava minhas lembranças, a minha afeição, as minhas profundas saudades, infinitas saudades...
Tudo que era quase nada passou a ser muito, significante, a me fazer ver e reconhecer o valor que tinha, já que de mim era parte inseparável e, o pior, eu não sabia, não me dava conta...
As areias do meu antigo denominado Bosque, as sombras das árvores do meu modernizado Parque e os desafios do saltar entre seus galhos e o colher das suas oiticicas, jambos maduros e outrora também pitombas...
Dos rachas com os amigos do Parque, das cinco da manhã até onde as bolhas nos pés permitissem, quanto craques..., quanta felicidade!!!
Das caminhadas às fontes e tanques da Nascente da minha querida Chapada do Araripe e das roubadas de fruta, do roer das macaúbas, goiabas, mangas, catolés, pitombas, cajás, cajaranas, ingás, seriguelas, frutos dos sítios do Lameiro e da Região.
Dos pulos na Cascata, dos banhos no Fundão, no Rio das Piabas, nos barreiros, das pescarias de jundiás e piabas no Rio Constantino.
Subidas e caminhadas a serra, Belmonte, Guaribas, Casa Grande..., belas vistas que vi e jamais esqueci e esquecerei...
Das caçadas a borboletas, a calangos, muitas vítimas, terríveis torturas no Poço dos Escravos...
Das brincadeiras de cavernas, cipós, baladeira, badoque, papagaio, piões e carrapetas, bilas, triângulo, petecas, mamanjuba, kemene, passagem de anel, birros, esconde-esconde, estátua, tudo era festa, e de crianças, de gente que era séria e que não se perdeu um, todos aprumados na vida!
Dos verdes canaviais de cana caiana, das garapas, dos alfenins, do mel, das rapaduras dos engenhos da Bebida Nova..., doçuras da minha terra.    
Das festas da padroeira, dos leilões – “dou-lhe uma, duas, três, tô entregando..., já entreguei!” - dos bigus nos carrosséis, das rodas gigantes, das cadeirinhas, dos aviões, dos roletes de cana, dos charutos, dos filhoses, do bolo de puba, da tapioca com coco, das declarações de amor nas mensagens das radiadoras, Beatles..., aquelas músicas inesquecíveis!!!
Das festas juninas, quadrilhas à francesa (balancê, anarriê) dos aluás, quentões, facas nas bananeiras, pulos de fogueira, chuvinhas, traques-de-salão, pichites, corrós, estrala-bebê, bufa-de-veia, rasga-latas, bombas-de-parede, batata assada...  alegrias da gurizada.
E as sessões entupidas da 1 hora da tarde no Moderno, no Cassino com as séries de Tarzam, Batman e Robin, Nioka, onde torcíamos as camisas encharcadas de suores torcendo pelos nossos heróis..., tudo valia!!!
Quantas voltas nas praças, nossas praças Siqueira Campos, da Sé, da Estação, voltas e mais voltas..., nossos primeiros flertes, nosso primeiro pegar na mão ainda longe do primeiro cheiro, do primeiro abraço e muito mais do primeiro beijo..., tudo pureza beleza!!!
E, por fim a Exposição, a festa das festas, onde o melhor sempre foi rever os amigos, matar a saudade, reviver momentos e reverenciar o melhor dos passados, o dos “Garotos do Parque”..., o nosso passado.
Quantas felizes lembranças que tenho já que tudo ainda incrivelmente vive, é minha, são nossas vidas, só enquanto tudo permaneça como recordações..., até que eu volte, e voltarei!!!


J. HILDEBERTO J. de AQUINO

terça-feira, 7 de março de 2017

DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Já escrevi vários artigos a respeito, e principalmente neste dia especial que poucos se dão conta da importância. “Dia internacional da mulher!” Mas enquanto alimentamos perspectivas de conscientização e melhoras, assistimos, todos os dias, a notícias nada amimadoras. Espancamento, estupros, assassinatos, desrespeitos de todas as formas. A quem recorrer mais? A Lei Maria da Penha foi bem concebida em todos os aspectos, mas parece-nos que não entendida, ou negligenciada e desrespeitada propositalmente. Resta tão somente a impunidade. Mulheres quando agredidas e recorrem à Justiça por vezes são ameaçadas pelo agressor e deliberam forçosamente retirar a ocorrência. Pior é as autoridades em fragrante desrespeito à Lei retiram as queixas se houver a desistências das agredidas. Errado!  Deu-se a agressão essa tem que ser apurada e punida na forma da lei. Esta seria apenas uma das providências. E as mulheres que não se inibam, agredidas que denunciem e mantenham. Unam-se ainda mais! Valorizem-se!
Enquanto não tomarmos consciência do real valor da mulher e que sejam punidos os bestiais agressores, um poema para relaxar:
O MELHOR DOS MEUS BEST-SELLERS
De cabeceira, a minha predileção.
Leio, releio, tento interpretar, assimilar todos os dias, de várias maneiras.
Intensa, erudita e reiteradamente, em porções..., Sabiamente.                                              
Já sei de cor todos os anversos e versos, começo, meio e fim.
Já memorizei, mas não canso, nem tenciono, nem penso.
Sinto falta se por uma só vez me privam.
Madrugo, perco noites.
Virou mania, é a minha adorável insônia.
Em cada capítulo uma viagem, descobertas.
De conteúdo profundo, filosófico, inigualável.
Misto de racional com irracional, encantador, inestimável.
Estruturação perfeita.
Diagramação melhor ainda.
Encadernação impecável, a capricho, com desvelo, inimitável.
Contextura suave, macia, agradável de tocar.
Ilustrações estimulantes, as mais lindas, insinuantes.
Textos coesos e coerentes.
Fraseados, períodos, parágrafos primorosamente harmonizados.
Virgulação exata.
Interrogações desnecessárias.
Exclamações sempre convincentes.
Hifenizações que unem, que fundem, que dão novo sentido a leitura.
Pontos finais perfeitos, precisos, que pontuam.
Resta-me ainda mais ter habilidade para entender, esforçar-me em trasladar.
És tu MULHER ,simplesmente tu que a cada releitura que faço ainda não consigo te Alcançar, Aproximo somente, estás sempre mais além.
Há mais linhas e laudas a percorrer, sutilezas a descobrir, enfim de te entender como Um ser Especial que és.
Mas contento-me em ser um eterno aprendiz, um dia quem sabe...

José HILDEBERTO Jamacaru de AQUINO
Leiam também nos endereços:
www.tvrussas.com.br, no Jornal Folha do Vale (Limoeiro do Norte-CE) e
Jornal Gazeta de Notícias (Crato-CE)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

MÃE, MÃEZINHA, MÃEZONA...



Mulher antes de tudo, a quem caberia olhar prioritariamente e com maior desvelo para si, ainda que por alguns instantes, parte do seu precioso tempo, o tempo todo, mas que acalenta sonhos maiores e por eles dela própria deslembra, descura.

Mãe que em muitas, quase sempre, todas as ocasiões, presente, mas que nem sempre, nunca ou apenas tardiamente reconhecida. Lembrada em apenas alguns dias, raros, para quem é mãe todos os dias. Reconhecida, valorizada, enaltecida, mimada, nem sempre, raramente, dificilmente, por não lhe darem a justa primazia.

Costumeiramente apenas buscada, usada, os 
insensíveis reservam-lhe quase sempre a domesticidade, não se lhe reconhecendo outras competências por cegos que nos fizemos como filhos, amigos, companheiros, esposos que somos.

Sempre presente, verdadeira falta percebida apenas quando fisicamente distante, por raros, por vezes, tão somente de tempos, maioria das vezes sequer lembrada. 
Mas é mãe, mãezinha, mãezona presente e todos os dias. E assume o natural privilégio de ser mãe. E se realiza por ser mãe. E é feliz por ser mãe. 

E merece sim!, nosso eterno reconhecimento por tê-la como mãe como também, mulher, amiga, companheira, parceira, fêmea, namorada, amante, em todas as ocasiões desejada e amada e não apenas à nossa exclusiva conveniência procurada, ocupada e descartada quando nos convém.

Você já abraçou e acarinhou a sua? Está esperando o
quê???...



Hildeberto AQUINO


domingo, 11 de março de 2012

MULHERES



Delas dizem mil coisas, apontam-lhes sempre e preferentemente as imperfeições...
Pífios e desqualificados ressentimentos, concluo!
...é que nos falta sutileza para entendê-las;
...é que não lhes reconhecemos feminina a alma;
...é que não somos capazes de decifrá-las já que não lhes conhecemos verdadeiramente as razões, os porquês, enigmáticas enquanto belas que a natureza lhes fez...
Dizem-nas ciumentas.
....é que mil razões certamente haverá.
Avaliam-nas possessivas.
...mesmo que assim procedam, é o seu jeitinho especial de amar.
Dizem-nas até tagarelas... meros insultos, puras divagações!
...é que não sabemos escutá-las e a voz lhes flui mais facilmente,
porquanto mais autênticas e sinceras que são.
Querem-nas santas alguns; escravas muitas vezes; objetos de posse para uso e descarte.
...é que esses, por medíocres, não sabem atribuir-lhes a real valia que elas têm.
Por que não apenas vê-las como simplesmente mulheres, sem endeusamentos, mas ainda mais sem ressentimentos, sem preconceitos, sem precauções ou pejorativas rotulações?
Melhor senti-las amigas, companheiras, amantes, cúmplices, concorrentes até que sejam, mas capazes, iguais, competentes, visto que são.
Partilhar da sua meiguice e em gestos fidalgos, espontâneos, tomar-lhes sempre as mãos.
Delas nos compete apenas aproximar, sem exigências, cobranças, direitos a reivindicar,conhecendo-lhes as profundezas da alma, embora aos tolos só matéria pareçam.
Desmistificar suas supostas fragilidades, mesmo porque fortes já nascem.
Por fim, desfrutar da sua sabedoria, restando-nos que não admirá-las, aceitá-las
sem e mesmo com todos os supostos “defeitos”, já que criaturas adoráveis não só parecem... demonstram, verdadeiramente são!

J. Hildeberto J. de AQUINO

terça-feira, 6 de março de 2012

POESIAS


POESIAS

Uma poesia, ao contrário do que se infere, não é só uma peça literária qualquer... trivialidades. É, por primazia, uma obra da mais requintada arte; até mais que uma música que envolve, encanta e nos transporta para um mundo bem melhor, mas que sem poesia é apenas um som que ecoa e se esvai sem resposta... Poema é a matéria, a poesia, o espírito.
É quando o artista, inspirado, verte seus mais puros sentimentos e os registra, preferentemente solitário e na calada da noite, pensando em quem ama ou deseja, como se aquele alguém ali estivesse, a fitar-lhe os olhos, tocar-lhe as mãos, acariciar-lhe os cabelos, roçar-lhe os lábios, o corpo, ao seu lado a passar calor e a trocar juras e segredos mais íntimos, ousados por vezes, porque próprio dos amantes.
Raros e ditosos os que ainda ousam pelo menos parar, distanciar-se do cotidiano atribulado e poder registrar o que de belo pode haver entre dois seres, mesmo que fantasias sejam, pois ainda é preciso e possível sonhar, acreditar nas pessoas, por especial os que amam e ousam cantar ao mundo esse amor livre, aberto, secreto, proibido, qual seja a forma, mas que verdadeiro!!!


J. Hildeberto J. de AQUINO

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

POESIA NOS TÍTULOS ORIGINAIS DAS MÚSICAS DO WANDO


“WANDO foi tocar, cantar, encantar, despertar desejos em outros mundos. Restou a alguns poucos privilegiados românticos que ainda somos saudades de uma boa música...”

A TODO INSTANTE
CANTADA
DE TENTAÇÃO À CANTADA
RITUAL
AMOR VIRA LATA
AMOR FILHO DA PUTA
SE QUISER CHORAR POR MIM
DEIXA EU TE AMAR
OBSCENO
ATOLADO DE AMOR
EU JÁ TIREI A SUA ROUPA
O QUE QUE EU VOU DIZER PARA O MEU CORPO
DEUS TE PROTEJA DE MIM
ME CACE ME ACHE
DEPOIS DA CAMA
CADA UM NA SUA
CADA UM POR SI
A PRÓXIMA VÍTIMA
TODA MULHER
GOSTOSA
SAFADA
MENINA DOS OLHOS
MOÇA
MOÇA DO SUBÚRBIO
MINHAS AMIGAS
MAIOR DESEJO
PECADO TENTADOR
VIVER É ROLAR O SENTIMENTO
VEM ME AGASALHAR
AQUELE AMOR QUE FAZ GOSTOSO ME DEIXOU
ÁGUA NA BOCA
EMOÇÕES
EVIDÊNCIAS
GOSTO DE MAÇÃ
FOGO E PAIXÃO
AI DE MIM
AMOR SECRETO
AMOR GOSTOSO É BICHO PERIGOSO
SEMPRE SERÁ
NA SOMBRA DE UMA ÁRVORE
NAS CURVAS DO TEU CORPO
FOI VOCÊ QUEM QUIS ASSIM
SENHORITA, SENHORITA
ANJO DA MANHÃ
JOIA DE AMOR
MEIA DE SEDA
GAZELA
PRINCESA
SE VOCÊ SOUBESSE
TÁ FALTANDO UM ABRAÇO
TÁ ME TRATANDO MAL
ME LIGUE A COBRAR
NINGUÉM VAI TIRAR VOCÊ DE MIM
VIDA LOUCA
ESTOU APAIXONADO!!!

(Montagem: Hildeberto AQUINO
hildebertoaquino@yahoo.com.br)